Confira a análise do Rayman Origins

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domingo, 22 de abril de 2012

Análise Sonic Generations

Pontos Positivos: Sonic Generations foi lançado pela Sega em 1 de Novembro de 2011. O jogo veio para comemorar o aniversário de 20 anos do famoso ouriço. Generations demonstrou belos gráficos desde seu trailer, veio com um visual bem colorido, típico dos antigos lançamentos da série. As cores são da forma mais variada possível e dão um tom de "alegria" ao título. A Sega trouxe  gráficos que conseguem intercalar um pouquinho do cenário mais antigo com o mais novo, nos lembrando as versões clássicas. O cenário é bem desenvolvido e a mudança do modo 2D para o 3D, durante as fases, é perfeita, suave, mas ao mesmo tempo agitada. Tudo trazendo o que o jogo não esqueceu de mostrar: a velocidade. Sonic sempre foi um dos jogos mais criativos de todos os tempos, em Sonic Generation a Sega voltou a mostrar quanta inovação promove em suas produções, trazendo mais uma vez ideias fantásticas. Uma dessas ideias foi trazer a cada fase um novo modo de ultrapassar os obstáculos, porém, sem perder o foco na  velocidade. Além disso, as fases tem, assim como nos primeiros jogos da série, vários possíveis caminhos que sempre levam o jogador ao mesmo destino. Na jogabilidade o que podemos ver é uma facilidade de controlar o ouriço, apesar de algumas falhas. O áudio do jogo foi fiel aos títulos antecedentes e trouxe melodias editadas com altíssima qualidade. Mas, o ponto mais forte de Sonic Generations é mesmo a diversão, a união dos seus pontos positivos desencadeiam no verdadeiro objetivo do video game: nos divertir, nos entreter.

Pontos Negativos: Os FPS (Frames Por Segundo) do jogo, são instáveis e apresentam quedas bruscas em diversos momentos. Outro problema gráfico é que o contorno de alguns elementos apresenta bordas serrilhadas. Algo muito irritante é quando o tempo de carregamento das fases é longo e isso aconteceu com o jogo que estamos falando, o que irrita os players mais exigentes. Em Sonic Generation, assim como em versões anteriores,  algumas fases são capazes de fazer o jogador se perder devido a alta velocidade de movimentação do personagem e da grande quantidade de objetos entrelaçados, portanto, esse jogo não é recomendado para pessoas com fotosensibilidade. Fora isso, alguns efeitos sonoros ou musicais ficaram com cortes abruptos, o que não da um aspecto muito confortável a jogatina.

Conclusão: Sonic Generations conseguiu comemorar os 20 anos do ouriço excelentemente bem, preservou um pouco da originalidade do título mas nem por isso esqueceu das novidades ou da inovação. Além disso, Generations não deixou de lado um dos objetivos primários do Sonic: terminar as fases no menor tempo possível. A Sega trouxe um verdadeiro presente para todos nós, que durante tanto tempo, acompanhamos e usufluimos da evolução desse tão famoso personagem dos games.







sexta-feira, 20 de abril de 2012

Análise Rayman Origins

A Ubisoft apostou em Rayman Origins em 2011, um jogo aparentemente simples, porém, incrivelmente divertido!

Pontos positivos: Rayman Origins surpreendeu muita gente. É um jogo que tem ganhado excelentes notas em sites de análise. De primeira vista, concordamos em dizer que o jogo é realmente bonito, porém, você ainda não terá visto nada. Após alguns minutos de aprendizado, o entusiasmo causado pelo jogo fará você pensar "esse jogo tem muito mais do que gráficos bonitos". Rayman Origins consegue, fazer com que o jogador entre num divertido mundo. Um dado interessante é que mesmo o estilo plataforma estando em falta no mercado ou ser considerado um estilo velho, passado e fora de moda, Rayman consegue convencer a maioria de que veio para fazer diferente. Os gráficos não falham momento algum, cada detalhe é precioso. A Ubisoft utilizou um recurso que movimenta todo o cenário de forma independente do personagem, o resultado foi um detalhismo de movimentos incrível. A jogabilidade ficou bem trabalhada com pouquíssimos e aceitáveis erros, nada que nos fizesse dizer que a jogabilidade não é boa, trata-se de uma precisão de movimentos que nos faz duvidar de um jogo melhor que ele nesse quesito. A sonorização de Rayman também é bem feita, e cria uma combinação que gera uma experiência audiovisual maravilhosa, apesar disso, não foi com o áudio que a Ubisoft mais se preocupou. Rayman por si só sempre foi criativo, nessa versão não poderia ser diferente, somando tudo temos um jogo quase perfeito onde tudo parece funcionar até onde é possível e da melhor forma.
















Pontos negativos: Mais ou menos na primeira metade do jogo tudo parece um mar de rosas e o jogador não encontra muita dificuldade, porem, depois de um determinado momento, o jogo começa a alterar muito bruscamente o nível de dificuldade, o que prejudica ao jogador que não estava acostumado com este ritmo. Isto pode irritar o player e leva-lo a largar o jogo. Para desbloquear as fases mais adiantadas o jogador tem que voltar as anteriores e colecionar itens, o problema é que isso acaba criando um movimento repetitivo no jogo, o conhecido ciclo vicioso. Outro erro de Rayman Origins foi a falta do suporte multiplayer online que se encaixaria perfeitamente e o faria valer mais a pena.

Conclusão: Rayman Origins vai fazer você sentir toda a experiência digital da geração atual, porém, vai dar um gostinho daquela época em que os jogos de plataforma eram os mais poderosos e criaram na história do video game os maiores personagens. A combinação dos elementos dos cenários talvez seja o que mais faz valer a pena comprar esse jogo, mas com certeza esse não é o único ponto de tanta força. Enfim, não há muito o que dizer, os próprios pontos positivos e negativos já lhe dão a idéia do que é o jogo.


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Análise LEGO Pirates of the Caribbean

LEGO Pirates of the Caribbean é mais um jogo da divertida série LEGO, mais um fantástico lançamento que não sai perdendo para nenhum outro da franquia.

Pontos positivos: O grande destaque desse lançamento em relação aos demais, é o cenário. A paisagem e a água são muito bem definidas e possuem excelente qualidade gráfica. Texturas também foram bem feitas, materiais como madeira são bem reais. A interação dos personagens com a água não é ruim, de fato os personagens nadam, ou mergulham nela. de forma bem convincente. Quanto a jogabilidade, LEGO Pirates of the Caribbean melhorou no geral dentro do universo de jogos da franquia, que não costuma se destacar positivamente nesse quesito. Como de costume para jogos de "marca" LEGO, o jogo traz uma ótima sonorização. Não somente nas suas ótimas músicas mas também por seus efeitos sonoros mais que combinados com o vídeo. Mas, o que ainda faz da série LEGO um sucesso mesmo é a diversão. Com LEGO Pirates of the Caribbean não foi diferente, mais uma vez temos que dar parabéns a Traveller´s Tales pela capacidade de fazer jogos que divertem de forma esplendida. Quanto mais se joga mais se diverte e desta forma há sempre a necessidade de querer mais. Esse é  jogo que você fica triste de zerar porque queria que tivesse mais jogo, e consequentemente, mais diversão.






Pontos negativos: Apesar de um cenário lindo, em animações por exemplo, os personagens apresentam um acabamento ruim. Além disso, em alguns momentos do jogo a quantidade de frames por segundo (FPS) diminui, isso ocorre geralmente quando há muita agitação, como quando se pega muitas moedinhas ou quando há muitos personagens em simultânea atividade na tela. Um erro que infelizmente se repete em diversos lançamento da LEGO é a falta de objetividade, o jogador fica muitas vezes sem saber o que fazer e tendo que descobrir por si só, faltam indicadores de metas ou objetivos. Apesar de menos, a jogabilidade também veio com problemas. Andar sobre objetos fazendo equilibrismo é complicado e irrita devido a dificuldade de não cair. Os bugs de jogabilidade estão presentes, saltos que saem errado podem fazer com que você tenha que reiniciar a fase.
Conclusão: LEGO Pirates of the Caribbean lhe oferece muita diversão e beleza. Se você gosta de jogos que te façam sorrir, este com certeza foi feito para você. Apesar disso, o game veio com o mesmice que já estamos acostumados a ver na franquia LEGO. O jogo foi apenas adaptado aos elementos de Piratas do Caribe, poderia ter sido mais criativo e inovado mais.






sábado, 4 de fevereiro de 2012

Análise Need For Speed the Run

Em 2011 tivemos o lançamento de mais um Need For Speed, cercado de expectativas o jogo pode não ter alcançado sua meta. A produtora do jogo não cumpriu muito bem aquilo que prometeu. Need For Speed estaria precisando de umas férias? É o que muita gente ta dizendo por ai.


Pontos positivos: Como prometido, Need For Speed The Run veio com gráficos arrasadores para ninguém botar defeito. O cenário veio recheado de realismo, deserto, neve, cidade, tudo muito bem feito. A qualidade gráfica do personagem principal, Jack, também impressiona, em determinados momentos do jogo o personagem é confundido com alguem real. Os vídeos também são muito bem definidos, trazem ao jogo cenas dignas de filme de Hollywood. As cenas de ação trazem uma trilha sonora incrível que consegue dar ao jogador adrenalina e fazer a mão suar. Durante as corridas a seleção de musicas é muito bem feita, e nada de cortes abruptos nos sons. Os efeitos sonoros são bons, possuem erros, mas em geral apresentam uma boa experiência auditiva. A jogabilidade de The Run é difícil mas traz tom de realismo, depois de aprender, pilotar um bom carro em The Run pode ser muito prazeroso. Uma grande melhoria desta versão de Need For Speed é que finalmente o jogo prende o jogador ao controle não apenas com o intuito de chegar em primeiro lugar mas também de aprender e bater novos recordes. As corridas são bem variadas, corridas comuns onde o objetivo é passar os adversários, corridas para ganhar tempo, corridas de perseguição policial e corridas de ação. Uma nova ideia da EA foi permitir ao jogador trocar e personalizar o carro durante a corrida e não apenas no inicio dela. Basta parar em um posto de combustível e automaticamente a corrida fica pausada para que possamos trocar o veículo.





Pontos negativos: Um péssimo quesito para o game é o enredo que não convence. A história não deixa claro o porquê de determinados acontecimentos. Com isso, falta algo na história do jogo e nos faz perguntar: Porque aconteceu isso? Emfim o maior de The Run é o enredo. Outro problema irritante no jogo é o sistema flashback. Em determinados momentos da corrida a sensibilidade é muito grande e apenas colocando uma roda do carro fora da pista o reset já é ativado. The Run também irrita quando aumenta a dificuldade, ao invés de premiar o jogador com melhores condições de jogo, os outros corredores disparam de forma inesperada ou então o tráfego urbano cresce exageradamente.

Conclusão: The Run erra um pouco em todos os quesitos, o que contrubue para uma nota insatisfatoria na avaliação geral. O jogo já esta pesado na mídia e precisa evoluir mais, mudar um pouco mais. The Run bem que tentou mas se conseguiu é outra história. A ideia da Eletronic Arts era dar um enredo a The Run, corridas dentro de uma história e não sem contexto. O problema é que a história não saiu como deveria e acabou ficando abaixo das expectativas, há quem diga que decepcionou.



terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Análise Lego Star Wars 3

O tema dessa postagem gira ao redor de um game que dá continuidade a dois anteriores lançamentos. Lego Star Wars é uma série baseada na trilogia original dos episódios de Star Wars. A série do jogo começou em 2005 e se manteve no mercado até os dias atuais. A maioria dos jogos lançados pela franquia LEGO, fazem sucesso, e não colocam o quesito "Gráficos," em primeiro lugar. Mesmo assim, a produtora do game, Traveller's Tales, melhorou significativamente os seus gráficos, se formos comparar com os outros títulos da franquia. Os personagens estão mais parecidos com pecinhas plásticas encaixadas. No jogo, o áudio se destaca trazendo uma ótima e confortável sonorização ao jogador. Os ruídos são precisos e as músicas entram no momento certo. No quesito jogabilidade a produção deixa a desejar, em dados momentos do jogo saltar pode ser complicado. Às vezes os comandos solicitados não correspondem muito bem na tela e além disso, pilotar veículos no jogo é algo não muito prático de se fazer. Durante momentos tensos no jogo fica difícil mirar no alvo desejado e isso dificulta muito no êxito da fase. O grande destaque do game é a diversão, indiferentemente de seus antecessores. Lego Star Wars 3 traz mais uma vez um dos melhores multiplayers, possibilitando qualquer um, entrar e sair, de qualquer fase, a qualquer momento. E tudo isso, de forma muito prática e natural. É um ótimo jogo para reunir os amigos e jogar junto. Um outro quesito que o Lego Star Wars 3 não convence, são os menus. Nesse ponto o seu antecessor ganha. Os menus são confusos e não deixam claro a que funções vão levar o jogador. Enfim o terceiro game da série Lego Star Wars é bom para se divertir diariamente numa aventura que faz você querer sempre mais.